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Início > Montanhas > Cordilheira Blanca
Huascarán
20/08/2011   |   1 Comentários   |  
 

Altitude: 6.768 metros

Localização: Ancash, Parque Nacional Huascarán

Cadeia: Cordilheira Blanca



 

 
 Descrição
   Nevado Huascarán é uma montanha que se localiza na faixa da Cordilheira Blanca dos Andes Ocidentais na província peruana de Yungay.
   

O Huascarán faz parte do maçico Huascarán, que é formado pelo Huascarán Sul, Huascarán Norte e pelo Chopicalqui. O cume mais alto do Huascarán é o sul (Huascarán Sul), que tem 113 metros a mais que o norte, e é também o ponto mais alto do Peru e curiosamente de todos os trópicos da Terra.

O Huascarán, com seus 6.768 metros, é a sétima montanha mais alta do hemisfério ocidental, depois do Aconcágua (6.962m), do Ojos del Salado (6.891m), Monte Pissis (6.793m), Bonete Chico (6.850m), Tupungato (6.800m) e Mercedario (6.770m).

O seu nome procede do quechua waskha (corrente) e ran (pedras ou montanhas rochosas). Huascarán significa então, corrente de montanhas. Existem inclusive diversas lendas em torno da origem do nome Huascarán, a mais conhecida conta que "o inca Huayna Cápac ao passar por Yungay dou-lhe o nome do seu filho primogénito, Huáscar*, à montanha mais alta", por isso Huascarán também pode ser interpretado como "A montanha de Huáscar".

G. Stiglich (1922), menciona uma chamada Hacienda Huascarán, a três léguas a sudeste de Yungay, que não foi encontrada nos mapas da área. Poderia a montanha ter sido nomeada após a misteriosa fazenda ou vice-versa.


A exploração do Huascarán começou na década de 1.860 até 1.869, com as observações do cientista italiano Antonio Raimondi, que escreveu: "o ponto de vista da serra de Yungay fez impressão tão agradável para mim, que eu decidi estudar, mas de perto, tocando, por assim dizer, a neve com a mão, subir pelo desfiladeiro até à sua origem, e atravessar a Cordilheira feita de neve branca e assim observar o que acontece na Província de Pomabamba". Ele foi responsável pelo primeiro estudo geológico detalhado da região e publicou um livro chamado "Ancash e suas riquezas minerais" (1873), e um mapa de Ancash. Ele também inclui detalhes sobre a riqueza florística da região e mencionou alguns dos vestígios arqueológicos encontrados no Callejón de Huaylas e Conchucos.

No final do século XIX e início do século XX a exploração do Huascarán e da Cordilheira Branca, se tornou mais rigorosa, por conta do inglês C. Reginald Enock, da norte-americana Annie Smith Peck e dos pesquisadores alemães Gustav Steinmann (geólogo), Augusto Weberbauer (botânico) e Wilbelm Sievers (geógrafo) realizaram estudos mais aprofundados na Cordillera Blanca e publicaram seus resultados em livros e artigos. O cientista francês A.C. de Carmand expandiu as observações de Raimondi sobre os depósitos minerais na região. Muito mais tarde, em 1984, o botânico americano David Smith conduziu o primeiro censo detalhado floral na serra. Ele registrou 799 espécies no Parque Nacional Huascarán.


As primeiras tentativas
Em 3 de outubro de 1903, um engenheiro inglês chamado C. Reginald Enock, partiu da cidade peruana de Huaraz, com o objetivo de explorar as geleiras da Cordilheira Blanca, que circundam o vale de Huaylas. Ele investigou uma possível rota ao longo de um glaciar a leste de Huaraz, entre os córregos Cayesh e Carhuascancha. Ele tentou escalar o Huascarán em maio de 1904, mas sem conseguir alcançar o cume, chegando a apenas 5.100m.

Enquanto explorava uma mina de ouro perto de Yungay, C.R. Enock, um engenheiro inglês encontrou um nome descritivo local: Mataraju ou Matarao, significando algo como montanhas de neve gêmeas. No mapa de Antonio Raimondi de Ancash (1873), o nome é escrito Huascan, que de acordo com G. Stiglich (1922) significa atrair algo ou sedutora. Enock foi seduzido, e teve grande dificuldade em conter-se no processo de exploração superior a 5.000m no glaciar ocidental em 1903. Sozinho resolveu subir, e teve sorte de escapar de inúmeras fendas, pois achou que o cume estava a apenas algumas horas de distância. No entanto, a sabedoria prevaleceu e ele recuou até o oeste do glaciar para juntar-se a outros companheiros peruanos. A abordagem de Enock pode ter sido a primeira acima da linha de neve e provavelmente paralela a parte inicial do que viria a ser a rota Garganta (ver rota Nevado Huascarán Sul, 1932).

"...Enock resolveu continuar sozinho, cruzando a crevasse, e avançando até a crosta de gelo. Mas foi apenas encontrar outra fenda mais larga e profunda... A crosta de gelo estava dobrada e rachada, mas não significa que estava intransitável com os equipamentos e companheiros adequados, mas para avançar sozinho era impossível. Ele relutantemente decidiu voltar.

A majestade das vastas alturas era fascinante. Nenhum pé humano tinha pisado nestas encostas antes. Ele era absolutamente o primeiro a visitar a solidão virgem. Muito abaixo estava o rio que corre ao longo do vale de Huaylas. Não havia nuvem repousando sobre o duplo cume do Huascarán. Por seu lado exterior entablamentos enormes de neve, grandes cornijas de gelo sem suporte, destacavam-se, pendendo sobre o abismo abaixo, em temeroso equilíbrio e sombras nítidas sobre a fachada branca sobre a qual se projetavam.

Ele se virou muito relutantemente, e seguiu suas pegadas de novo, passou a fenda, e alcançou o lugar aonde os índios estavam esperando por ele, no final da tarde todo o grupo retornou para a mina na base do Huascarán. Enock estava convencido de que, com companheiros mais experientes e melhores equipamentos, o cume pode ser atingido, e ele alimenta a esperança de realizar o feito para si mesmo.

O nome da montanha tinha sido dado por Raimondi. Seu nome real é Mata-Raju, que significa "a dupla ponta de neve"."
- Relato escrito no The Geographical Journal, de 1905, por Sir Clements R. Markham, Presidente da Royal Geographical Society.


Uma mulher obstinada
Nesse mesmo ano de 1904, Annie Smith Peck fez a primeira tentativa de escalada. Peck levou consigo em sua escalada um mineiro americano que ela conheceu na cidade perto da base, mas os dois discordaram sobre a melhor rota, então ela fez o seu próprio caminho com seus guias, alcançando os 5.800 metros, num local que dava acesso ao glaciar que deu ao Huascarán seu distintivo de duplo pico. No retorno, a equipe escapou de uma avalanche.

Destemida, Peck retornou a Nova York e planejou uma segunda tentativa, desta vez com um adiantamento de US$ 600, da revista a revista para a qual escrevia a história sobre sua viagem. Essa subida e duas tentativas de 1906 também foram infrutíferas, devido a inexperiência dos seus portadores, mas como os editores gostaram de suas histórias, estavam dispostos a financiar seus esforços repetidos para escalar o Huascarán.

Em 1908, a americana Annie Peck voltou para a montanha, desta vez junto com dois guias suíços, Gabriel Zumtaugwald e Rudolf Taugwalder. No caminho até o Huascarán, a sua jaqueta para neve foi perdida por causa do descuido de um guia. Finalmente, eles acamparam perto do pico e começaram sua ascensão às oito horas da manhã de 2 de setembro de 1908. Por causa da perda da jaqueta, Peck descreveu mais tarde em um livro impresso por conta de David Mazel, denominado "Mulher do Montanhismo", como ela havia se protegido do frio: "...eu estava vestindo cada peça de roupa que eu tinha trazido: três blusas leves de lã, dois pares de meias, duas cintas de flanela, um pequeno casaco cardigan, dois suéteres, e quatro pares de meias de lã, mas como a maioria das roupas era porosa foi insuficiente para afastar o vento."

Para se proteger contra o frio, ela ainda usava um chapéu de lã e uma máscara que comprou em La Paz, que tinha um bigode pintado, bem como um par de luvas de vicunha.

Finalmente, na terceira expedição em 2 de setembro de 1908, depois de quatro anos e cinco tentativas, e com sessenta anos de idade, Annie Smith Peck atingiu o cume norte do Huascarán, que com 6.655 metros, deu a Peck seu registro tão esperado para a maior altitude alcançada por qualquer alpinista nas Américas naquela época.

Em três horas, eles começaram a sua descida árdua para o acampamento, mas a noite logo caiu, e boa parte do caminho para baixo teve que ser feito no escuro. Exaustos, eles foram esbofeteados por ventos fortes, e por causa da jaqueta que tinha sido perdida, Peck precisou vestir um poncho para permanecer aquecida.

"O frio e o cansaço, a escuridão e a sombra, o poncho soprando na minha frente, a ausência de pitons, os passos curtos, as íngremes encostas vítreas, apresentaram uma extraordinária combinação de dificuldades", escreveu ela. "Tentei consolar-me com a reflexão de que acidentes não aconteciam em nossa família..."

Apesar da experiência combinada de todos os três, ainda era uma escalada perigosa que quase custou sua vida.

A inclinação que eles desceram, era estimada entre 40 a 60 graus, e o poncho causou a perda de apoio do seu pé em várias ocasiões. Somente a corda e a força de seus guias segurando a impediu de cair para a morte. "Minha lembrança da descida é o de um pesadelo horrível...", ela escreveu depois, relatando que "após estes escorregões meu terror aumentou. Várias vezes eu declarei que nunca iríamos descer vivos. Implorei para Gabriel parar a noite e fazer uma caverna na neve, mas ele ficou dizendo que isso era impossível, e ele continuou sem uma pausa."

Rudolf, em seguida, perdeu as próprias luvas, e no momento em que chegou ao acampamento as 22:30h, sua mão estava congelada. Mais tarde, foi submetidos à cirurgia em Lima para ter um dedo, parte da sua mão, e metade de seu pé amputados.

O governo peruano homenageou Peck com uma medalha, e o pico norte do Huascarán foi nomeado Cumbre Aña Peck, em reconhecimento da sua realização.

Em seu retorno, Annie anunciou ao mundo que tinha estabelecido o recorde mundial de altitude para as mulheres, por terem conquistado o pico norte do Huascarán, que ela afirmou ter medido pelo aneróide** como 7.300m de altitude.

Entretanto, sua conterrânea Anny Bullock-Workmantt, que foi quem tinha subido no Himalaia até cerca de 7.000m, por ter invejado a conquista, financiou uma expedição em 1909 para Monsieur de Larminat da "Société Generale d"Etudes et de Travaux Topographiques", de Paris que examinou o Huascarán e reduziu a altitude a suas verdadeiras proporções: não mais de 6.763m de altitude (pico sul), que Peck não tinha subido. Ele determinou que o pico norte teria 6.650m. No entanto, caso o não parou por aí.

Desagradáveis acusações foram lançadas contra Annie Peck por seus guias suíços, que afirmavam que ela não tinha chegado ao topo do pico do norte, mas apenas até "La Garganta", o colo (6.01Om) entre os picos norte e sul. Por este motivo a data da primeira ascensão do pico norte do Huascarán ainda era incerta.

Aqueles que contestaram a alegação de Peck não produziram, no entanto, provas suficientes para declará-la uma impostora. Algo que chamou a atenção são as fotografias deixadas por Annie Peck. Sua fotografia clássica do pico sul do Huascarán teria que ter sido tirada muito perto ou sobre o cume do pico norte. Sua descrição da subida ao cume se encaixa as condições reais no pico norte melhor do que se poderia esperar se ela realmente não tivesse subido o pico.


A conquista do cume sul
Em 1932, a Alpine Societies (Alpenverein) da Alemanha e da Áustria iniciaram expedições científicas à Cordilheira Blanca. Eles foram os primeiros a fazer cume do Monte Huascarán com sucesso, após subirem o cume sul, de 6.768 metros de altitude, com a ajuda de Néstor Yungainos Montes e Rojo Faustino, e colocando no topo em 20 de Julho de 1932, depois de 5 dias de escalada, as bandeiras peruana e alemã.

Sobre a participação peruana na escalada, o Dr. Borchers escreveu: "Voltando o olhar do ponto em que estávamos, vimos com não pouca surpresa que os dois homens seguiram-nos na subida: eram Néstor Montes e Faustino Rojo, ambos os meninos mais capazes do que nós tínhamos, que manusearam a tensa corda perfeitamente e fizeram uma espécie de ascensão particular..." e E. Hein exclamou: "Estes nasceram montanhistas!".

Eminentes cientistas, como Philipp Borchers, Hans Kinzl e Erwin Schneider, faziam parte das expedições e escreveram "Die Weisse Kordillere" (1935), que é considerado o primeiro estudo sistemático da Cordilheira Blanca.

Em 1939, foi concluida a expedição Clube Alpino Alemão, dirigida pelo Dr. Hans Kinzl, subindo o Huascarán Norte (6.655m) com os escaladores K. Heckler, S. Roher, K.Sshmidt e H. Schweiser, também participaram porteadores Yungainos.

As expedições do Clube Alpino Alemão, entre os anos de 1932 até 1939, conquistaram em brilhantes campanhas, cumes nevados do Huascarán Sul e do Huascarán Norte, Artensoraju, Huandoy Norte, Chopicalqui, Hualcán, Quitaraju, Pucahirca Sul, Contrahierbas e outros cumes da Coordilheira Blanca.

Novos mapas foram criados das seções do norte e do sul, e em 1950 o cartógrafo Fritz Ebster fez o primeiro mapa de toda a cadeia montanhosa. Kinzl dirigiu outras expedições, em 1936, 1939 e 1954 para subir e estudar os picos da cordilheira, glaciares e lagoas. Em colaboração com Erwin Schneider, ele publicou um maravilhoso e ilustrado livro trilíngüe chamado "Cordillera Blanca" (1950).


Cumes de Anos posteriores
Nos anos seguintes várias expedições de montanhistas chegaram a Yungay para conquistar o topo da montanha tropical mais alta do planeta, destacando-se as expedições seguintes até a década de 70:

Cumes no Huascarán Norte (6.655m):
1953, 8 de Junho: expedição mexicana formada por A. San Vicente e M. Villavicencia

1954, 11 de Agosto: Expedição de soldados peruanos formada por S. Villanueva, G.Cornejo, A.Yanac, J.Acosta e G.Yanac

1954, 14 de Agosto: Expedição do Club White Mountain norte-americano formado por A. Morales Arnao, A.Del Stream, M. Angels, A.Creswell e L. Ortenburger

1961, 09 de Junho: expedição japonesa da Universidade de Kwansei Gakuin


Cumes no Huascarán Sul (6.768m):
1953, 9 de Julho: expedição mexicana formada por G. Garci"a

1953, 04 de Agosto: expedição do Club Andino White Mountain formada por Fortunato Mautino, P. Yanac, M. A"ngeles, A.Yanac, e G.Yanac

1954, 12 de Agosto: expedição norte americana formada por A.Creswell, L. Ortenburger, G. Matthews, D. Michael e E. Vargas.

1955, 02 de Agosto: expedição alemã formada por: H. Huber, H. Schmidt e P. Méndez.

1955, 03 de Agosto: expedição norte americana formada por H. Walton, D. Sowles, R. Hoppenon e E. Angeles.

1958, 29 de Julho: expedição norte americana, primeira ascensão pela variante da aresta Sul, formada por F. Ayres, H. Kendall, G. Matthews, D. Michael, Irene e Leigh Ortenburger.

1958, 28 de Agosto: expedição escocesa-canadense, segunda ascensão pela aresta Sul, formada por W. Wallace, e Miss Emslie

1959, 14 de Agosto: expedição neo-zelandesa, terceira subida pela aresta Sul, formada por D. Mac-Kay, M. e J. Nelson.

1961, 11 de Junho: expedição japonesa da Universidade de Kwansei Gakuin, pela via tradicional.

1961, 20 de Julho: expedição espanhola, sob a direção de Felix Méndez, duas cordadas formadas, chegaram ao topo Anglada e Pons.


Os desastres de 1962 e 1970
Em 10 de janeiro de 1962, uma avalanche de rochas, gelo e neve soltou-se da face norte do Huascarán e desceu pelo Rio Santa. O rio subiu oito metros, levando consigo tudo em seu caminho até o vale do Rio Santa, arrasando vários povoados e matando mais de 3.000 pessoas. Corpos foram encontrados no porto de Chimbote, a 60 km do local da tragédia, onde o rio encontra o mar. Mas este foi apenas um aviso da montanha sobre o que faria em seguida.

Às 3:30 da manhã de 31 de maio de 1970, um enorme terremoto de magnitude 8 na escala Richter, a 25 km da cidade de Chimbote, no litoral norte do Peru, desencadeou o maior deslizamento já registrado na América Latina. Foi um dos piores desastres naturais na história da América do Sul, matando mais de 60.000 pessoas e deixando mais um milhão desabrigadas.

A mais estrondosa catástrofe foi quando uma parede de gelo e rocha se desprendeu da face Leste do Huascarán Norte e em três minutos deslizou a de mais de 160 km/h pelo glaciar e se estendeu por 10 quilômetros enterrando a cidade de Yungay. Cerca de 18.000 habitantes morreram, os poucos que sobreviveram correram para o cemitério localizado na colina acima da cidade. O cemitério e quatro árvores em Plaza de Armas são as únicas lembranças da cidade. O volume total do soterramento foi calculado entre 50 e 100 milhões de metros cúbicos, cobrindo mais de 22 kilômetros quadrados com a profundidade de 80m.


*Huáscar, um chefe inca do século 16, filho legítimo do Inca Huayna Cápac, e que assumiu o Império Inca e foi o Sapa Inca do império Inca.

**Aneróide, uma espécie de barômetro que não usa mercúrio como no barómetro de coluna de mercúrio e é menos preciso, porém mais portátil que o barômetro de mercúrio.



Referências de Pesquisa
Yuraq Janka: Guide to the Peruvian Andes - Cordilleras Blanca & Rosko Por John F. Ricker, 1977
The Geographical Journal © 1905 - The Royal Geographical Society
Die Weisse Kordillera, de Philipp Borchers, Germany 1935
ParksWatch - Huascarán National Park
cosleyhouston.com
andeshandbook.org
en.wikipedia.org
huascaranperu.net
yungayperu.com.pe
en.wikipedia.org
jayfrogel.com
news.bbc.co.uk
ric.edu
loe.org



Por Beto Joly, especial para iMONTANHA e Adventure Zone
Até a próxima montanha!!!



 
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Nevado Huascarán. Foto: Paolo Lazzati, 2004
Nevado Huascarán. Foto: Paolo Lazzati, 2004

Huascarán visto do norte - Foto: Florian Ederer - Wikimedia Commons
Huascarán visto do norte - Foto: Florian Ederer - Wikimedia Commons

Huascarán Norte (6.664m) visto do Nevado Pisco. Julho de 2007. Foto de Dmitriy Kumshayev - peakware.com
Huascarán Norte (6.664m) visto do Nevado Pisco. Julho de 2007. Foto de Dmitriy Kumshayev - peakware.com

Peck na subida do Huascarán em 6 de agosto de 1906. Imagem: Living on Earth Today
Peck na subida do Huascarán em 6 de agosto de 1906. Imagem: Living on Earth Today

Foto do Huascarán tirada por Peck. Imagem: Living on Earth Today
Foto do Huascarán tirada por Peck. Imagem: Living on Earth Today

Annie S. Peck vestida para sua tentativa final no Huascarán, traje completo com “bigode pintado sobre o gorro“. Imagem: ric.edu
Annie S. Peck vestida para sua tentativa final no Huascarán, traje completo com “bigode pintado sobre o gorro“. Imagem: ric.edu

Alpinistas alemães e porteadores peruanos, no 2° dia de escalada no Huascarán, em 17 de julho de 1932. Imagem: yungayperu.com.pe
Alpinistas alemães e porteadores peruanos, no 2° dia de escalada no Huascarán, em 17 de julho de 1932. Imagem: yungayperu.com.pe

Die Weisse Kordillera - o livro de Philip Borchers sobre a Cordilheira Blanca. Imagem: yungayperu.com.pe
Die Weisse Kordillera - o livro de Philip Borchers sobre a Cordilheira Blanca. Imagem: yungayperu.com.pe

A praça central de Yungay, enterrada no desastre de 1970. Imagem: jayfrogel.com
A praça central de Yungay, enterrada no desastre de 1970. Imagem: jayfrogel.com

Huascarán visto de noroeste. Imagem: jayfrogel.com
Huascarán visto de noroeste. Imagem: jayfrogel.com

Neve e rochas caíram do Nevado Huascarán, se transformaram em um fluido correndo e sufocaram as cidades de Yungay e Ranrahirca em 31 de Maio de 1970. Dezenas de milhares morreram. Imagem: U.S. Geological Survey
Neve e rochas caíram do Nevado Huascarán, se transformaram em um fluido correndo e sufocaram as cidades de Yungay e Ranrahirca em 31 de Maio de 1970. Dezenas de milhares morreram. Imagem: U.S. Geological Survey

Nevado Huascarán visto do norte. Foto: livinginperu.com
Nevado Huascarán visto do norte. Foto: livinginperu.com

 
 
 
 
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